terça-feira, 29 de dezembro de 2015 0 comentários

Dicas de Livros: A Abolição do homem- C.S. Lewis

Encerro minhas leituras em 2015 ... durante o ano todo, li 27 livros ( a trancos e barrancos, pois a situação não foi fácil este ano, rs). Li livros de conteúdos variados: Teologia, História, Política, Filosofia, Literatura e alguns HQs. Estou satisfeito, com minhas leituras, aprendi e me divertir bastante com os mesmos. Alguns livros eu fiz uma pequena resenha e postei aqui no meu facebook e no meu blog/page. Encerro a leitura do ano com " A Abolição do Homem".
E aqui está a última resenha do ano. sobre o livro do mestre C.S. Lewis. Bom, se você só conhece o Lewis pelo clássico, "As Crônicas de Narnia" e nunca leu nenhum livro dele que trata de filosofia/teologia. Provavelmente se você for ler " A abolição do homem" não irá gostar, pois é um livro pequeno, mais de um conteúdo que te levar a pensar bastante, nos argumentos levantados por C.S. Lewis, contra a ideologia do relativismo moral e do naturalismo filosófico.
Em suma, neste pequeno livro, C.S. Lewis trata da defesa dos valores universais e morais objetivos, comum a todos os homens, por exemplo: a caridade, o altruísmo, a bondade, o amor, etc ... Tais valores que podem ser encontrados nas mais diversas culturas. Lewis destaca o perigo que traz, o questionamento dos valores morais objetivos, e ao aderimos o relativismo moral e a conquista da natureza (sem valores objetivos/racionalidade), o homem deixa de ser humano e torna-se um 'homem sem peito', pois ao abolir aos valores objetivos, não existirá mais humanidade e consequente o homem passará a ser abolido. Lewis nos desafia a não nos rendemos a coisas fúteis, e ao 'naturalismo' filosófico e relativismo que tem afetado/atormentado muito a nossa sociedade atual.
O autor faz uma boa crítica aos argumentos levantados pelos relativistas. Enfim, " A abolição do homem" é um livro de leitura complicada, indico para os que já conhecem um pouco do Argumento Moral ( Apologética Cristã) e aos que desejam conhecer mais sobre sobre o argumento moral. Não vou dizer que é um baita livro, esperava mais do mesmo, mas essa foi a primeira leitura, talvez eu mude de opinião sobre o mesmo.

Por Edy Marques
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015 0 comentários

O significado de Livre-Arbítrio no Arminianismo



Os Arminianos acreditam no livre-arbítrio? O que significa Arbítrio-Liberto?
Em muitos blogs calvinistas, ditos reformados, encontramos várias acusações aos arminianos, alguns dizem que o principal ponto do Arminianismo é o livre-arbítrio, só que esta é mais uma mentira propagada por várias. Espantalhos é o que mais existe no meios destes blogs. Mas para entender o que significa a liberdade no homem, segundo a perspectiva bíblica de Armínio.  Antes de tudo, quero deixar claro, que nós arminianos não acreditamos em livre-arbítrio, mas sim é um arbítrio libertou, também chamado de livre-arbítrio libertário.
Abaixo segue um pequeno texto, retirado das Obras de Armínio:

“As bênçãos das quais aquele homem foi privado, pelo pecado, não podem ser feitas mais aparentes do que pela imensa quantidade de benefícios que alcançam a vida daqueles que são crentes, através do Espírito Santo; em verdade, a natureza é compreendida como sendo desprovida de tudo aquilo que, como testificam as Escrituras, é realizado na vida do homem, e é comunicado pela operação do Espírito Santo. Portanto, se “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Co 3.17), e se são verdadeiramente livres aqueles que são libertos pelo Filho (Jo 8.36), segue-se que a nossa vontade não é livre desde a primeira queda; ou seja, ele não é livre para o bem, a menos que seja libertado pelo Filho, por meio de seu Espírito.

Porém muito diferente desta é a consideração do livre-arbítrio do homem, constituído no terceiro estado de justiça renovada; pois é quando uma nova luz e o conhecimento de Deus e de Cristo e da vontade divina são acesos em sua mente; e quando novas afeições, inclinações e deslocamentos que estão de acordo com a vontade de Deus são incitados em seu coração, e novos poderes são produzidos nele; acontece que, sendo liberto do império das trevas e tendo sido feito agora “luz no Senhor” (Ef 5.8), ele compreende o verdadeiro bem que pode salvá-lo. Depois que a dureza de seu coração de pedra é transformada na maciez da carne, e a Lei de Deus de acordo com a aliança da graça é inscrita nele (Jr 31.32,33), o homem passa a amar e a abraçar aquilo que é bom, justo e santo; e isso só se tornou possível em Cristo, que trabalha simultaneamente com Deus Pai, exercendo o bem que conhece e ama, e, assim, o próprio homem começa a realizar o bem."

Fontes: ARMÍNIO, James, Obras, v. I, CPAD, p. 475.


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terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Dicas de Livros: A Abolição do homem- C.S. Lewis

Encerro minhas leituras em 2015 ... durante o ano todo, li 27 livros ( a trancos e barrancos, pois a situação não foi fácil este ano, rs). Li livros de conteúdos variados: Teologia, História, Política, Filosofia, Literatura e alguns HQs. Estou satisfeito, com minhas leituras, aprendi e me divertir bastante com os mesmos. Alguns livros eu fiz uma pequena resenha e postei aqui no meu facebook e no meu blog/page. Encerro a leitura do ano com " A Abolição do Homem".
E aqui está a última resenha do ano. sobre o livro do mestre C.S. Lewis. Bom, se você só conhece o Lewis pelo clássico, "As Crônicas de Narnia" e nunca leu nenhum livro dele que trata de filosofia/teologia. Provavelmente se você for ler " A abolição do homem" não irá gostar, pois é um livro pequeno, mais de um conteúdo que te levar a pensar bastante, nos argumentos levantados por C.S. Lewis, contra a ideologia do relativismo moral e do naturalismo filosófico.
Em suma, neste pequeno livro, C.S. Lewis trata da defesa dos valores universais e morais objetivos, comum a todos os homens, por exemplo: a caridade, o altruísmo, a bondade, o amor, etc ... Tais valores que podem ser encontrados nas mais diversas culturas. Lewis destaca o perigo que traz, o questionamento dos valores morais objetivos, e ao aderimos o relativismo moral e a conquista da natureza (sem valores objetivos/racionalidade), o homem deixa de ser humano e torna-se um 'homem sem peito', pois ao abolir aos valores objetivos, não existirá mais humanidade e consequente o homem passará a ser abolido. Lewis nos desafia a não nos rendemos a coisas fúteis, e ao 'naturalismo' filosófico e relativismo que tem afetado/atormentado muito a nossa sociedade atual.
O autor faz uma boa crítica aos argumentos levantados pelos relativistas. Enfim, " A abolição do homem" é um livro de leitura complicada, indico para os que já conhecem um pouco do Argumento Moral ( Apologética Cristã) e aos que desejam conhecer mais sobre sobre o argumento moral. Não vou dizer que é um baita livro, esperava mais do mesmo, mas essa foi a primeira leitura, talvez eu mude de opinião sobre o mesmo.

Por Edy Marques

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O significado de Livre-Arbítrio no Arminianismo



Os Arminianos acreditam no livre-arbítrio? O que significa Arbítrio-Liberto?
Em muitos blogs calvinistas, ditos reformados, encontramos várias acusações aos arminianos, alguns dizem que o principal ponto do Arminianismo é o livre-arbítrio, só que esta é mais uma mentira propagada por várias. Espantalhos é o que mais existe no meios destes blogs. Mas para entender o que significa a liberdade no homem, segundo a perspectiva bíblica de Armínio.  Antes de tudo, quero deixar claro, que nós arminianos não acreditamos em livre-arbítrio, mas sim é um arbítrio libertou, também chamado de livre-arbítrio libertário.
Abaixo segue um pequeno texto, retirado das Obras de Armínio:

“As bênçãos das quais aquele homem foi privado, pelo pecado, não podem ser feitas mais aparentes do que pela imensa quantidade de benefícios que alcançam a vida daqueles que são crentes, através do Espírito Santo; em verdade, a natureza é compreendida como sendo desprovida de tudo aquilo que, como testificam as Escrituras, é realizado na vida do homem, e é comunicado pela operação do Espírito Santo. Portanto, se “onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade” (2 Co 3.17), e se são verdadeiramente livres aqueles que são libertos pelo Filho (Jo 8.36), segue-se que a nossa vontade não é livre desde a primeira queda; ou seja, ele não é livre para o bem, a menos que seja libertado pelo Filho, por meio de seu Espírito.

Porém muito diferente desta é a consideração do livre-arbítrio do homem, constituído no terceiro estado de justiça renovada; pois é quando uma nova luz e o conhecimento de Deus e de Cristo e da vontade divina são acesos em sua mente; e quando novas afeições, inclinações e deslocamentos que estão de acordo com a vontade de Deus são incitados em seu coração, e novos poderes são produzidos nele; acontece que, sendo liberto do império das trevas e tendo sido feito agora “luz no Senhor” (Ef 5.8), ele compreende o verdadeiro bem que pode salvá-lo. Depois que a dureza de seu coração de pedra é transformada na maciez da carne, e a Lei de Deus de acordo com a aliança da graça é inscrita nele (Jr 31.32,33), o homem passa a amar e a abraçar aquilo que é bom, justo e santo; e isso só se tornou possível em Cristo, que trabalha simultaneamente com Deus Pai, exercendo o bem que conhece e ama, e, assim, o próprio homem começa a realizar o bem."

Fontes: ARMÍNIO, James, Obras, v. I, CPAD, p. 475.


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