quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Underoath: Estamos de volta- o Hiato Acabou


Uma excelente notícias para os fãs do Underoath. Recentemente a banda anunciou seu retorno.  Ecom o Aaron novamente na banda.

Todo os créditos dessa postagem vai para a página MPSi ROCK.
Você pode acessar o link da material original clicando aqui >> A volta do Underoath


Vamos a entrevista.
Por que vocês decidiram tocar no Self Help?

Gillespie: Foi uma oferta que fizeram. É um festival muito bacana e parece que a maioria das bandas que surgiram depois da gente também estarão nele. Acho que é um ótimo lugar para reunir todos. O A Day To Remember começou na mesma cidade que o Underoath, então acho que vai ser algo fantástico. Estou muito animado.



Vocês vão tocar o “They’re Only Chasing Safety” e o “Define the Gret Line” do começo ao fim durante os shows?

Chamberlain:Sim, provavelmente vai ser o “Define The Great Line” inteiro e depois, dependendo da duração do set, vamos tocar algumas do They’re Only Chasing Safety e outras do Lost in The Sound of Separation. Não definimos ainda um set, mas eu conversei com o Tim em fazer dessa forma já que 2016 marca 10 anos do lançamento do Define The Great Line. Assim a gente não teria que voltar muito no tempo [risos]. Se pudesse escolher, tocaria todos os álbuns do começo até o fim.



No documentário de despedida, “Tired Violence”, o conceito do Underoath ser uma banda cristã é discutido e finalmente encerrado. Quando vocês subirem no palco em 2016, como ficará esse aspecto?

Gillespie: Pessoalmente, eu acredito que a banda não deve colocar um rótulo naquilo que é. É algo completamente diferente para cada um na banda, assim como isso varia de acordo com cada indivíduo que comprou esses CDs. Para algumas pessoas, é algo cristão, para outros não. As nossas músicas com certeza têm elementos cristãos, mas todos nós acreditamos em algo diferente hoje. E isso não quer dizer que tem algum integrante que está sacrificando um bode debaixo de uma árvore. Eu sou cristão, mas não acho que a banda deve receber o rótulo de “banda cristã”. Acredito que precisa ser algo ambíguo o suficiente para que cada um possa encontrar algo interessante e se aprofundar nisso. E eu acho que essa é a beleza do que o Underoath é. Ela ganhou vida própria e tornou-se algo que nem nós mesmos conseguimos controlar ou até mesmo entender. Desejo que as pessoas tirem do Underoath algo positivo para suas vidas, seja intelectualmente ou espiritualmente, independentemente da crença que possuírem.



Esse show vai ser a única apresentação da banda? Com certeza vocês têm algo a mais planejado não é?

Chaberlain: Eu adoraria celebrar esse disco com os nossos fãs do mundo inteiro. As oportunidades que a gente teve aconteceram somente por causa deles. Então adoraria subir no palco para esses fãs e todos aqueles que não puderam comparecer na nossa turnê de despedida.



Vocês descartam a ideia de compor novas músicas juntos?

Chamberlain: Quero deixar as coisas da forma mais aberta possível. Não acho que a gente vai voltar a ser o tipo de banda que vive de música, mas não gosto da ideia de não estar aberto a nada mais. Por isso que fazer uma turnê de despedida foi tão difícil; a realidade é que a gente podia simplesmente ter entrado em um hiato por tempo indeterminado. E pensando hoje, o hiato acabou. A gente vai compor? Essa reposta só será dada quando reunirmos em um ambiente de ensaio. Vamos fazer outra turnê? Não sei. Todos precisam ajustar seus horários, mas quem sabe quando voltarmos para casa, a gente não decide incluir shows pela Europa e Austrália se tudo der certo. Acho que as bandas mais velhas chegam em um determinado momento que só conseguem fazer uma ou duas turnês por ano; isso quando não fazem apenas uma turnê a cada dois anos. Talvez esse será o futuro do Underoath. Eu simplesmente não sei. Como disse antes, estou aberto a essa possibilidade, mas preciso continuar trabalhando na minha vida e como será o futuro. Não posso ficar dependendo do meu passado para garantir o dia de amanhã. Preciso seguir focado nos próximos passos. Se isso for um novo álbum do Underoath, então colocarei todas as minhas energias nisso. Será que vamos compor outra música? Talvez. Nunca se sabe. Eu não passo tempo com o resto da banda há muito tempo, mas quem sabe a gente começa a ensaiar e de repente, “caramba, a gente acabou de escrever três músicas”. Eu não quero forçar nada.

Gillespie: Eu nunca descartaria isso, mas pessoalmente, não sei se isso é possível. Eu estou tão ocupado: tenho um estúdio, estou tocando com o Paramore, segiundo minha carreira solo e todos nós temos famílias, etc. A grande questão que precisa ser feita é: levando em consideração a vida de cada integrante, é viável essa possibilidade? Essa é a parte principal de tudo que está acontecendo.



Fontes original:  http://mpsirock.com.br/noticias/detalhe/underoath-confirma-o-hiato-acabou


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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Underoath: Estamos de volta- o Hiato Acabou


Uma excelente notícias para os fãs do Underoath. Recentemente a banda anunciou seu retorno.  Ecom o Aaron novamente na banda.

Todo os créditos dessa postagem vai para a página MPSi ROCK.
Você pode acessar o link da material original clicando aqui >> A volta do Underoath


Vamos a entrevista.
Por que vocês decidiram tocar no Self Help?

Gillespie: Foi uma oferta que fizeram. É um festival muito bacana e parece que a maioria das bandas que surgiram depois da gente também estarão nele. Acho que é um ótimo lugar para reunir todos. O A Day To Remember começou na mesma cidade que o Underoath, então acho que vai ser algo fantástico. Estou muito animado.



Vocês vão tocar o “They’re Only Chasing Safety” e o “Define the Gret Line” do começo ao fim durante os shows?

Chamberlain:Sim, provavelmente vai ser o “Define The Great Line” inteiro e depois, dependendo da duração do set, vamos tocar algumas do They’re Only Chasing Safety e outras do Lost in The Sound of Separation. Não definimos ainda um set, mas eu conversei com o Tim em fazer dessa forma já que 2016 marca 10 anos do lançamento do Define The Great Line. Assim a gente não teria que voltar muito no tempo [risos]. Se pudesse escolher, tocaria todos os álbuns do começo até o fim.



No documentário de despedida, “Tired Violence”, o conceito do Underoath ser uma banda cristã é discutido e finalmente encerrado. Quando vocês subirem no palco em 2016, como ficará esse aspecto?

Gillespie: Pessoalmente, eu acredito que a banda não deve colocar um rótulo naquilo que é. É algo completamente diferente para cada um na banda, assim como isso varia de acordo com cada indivíduo que comprou esses CDs. Para algumas pessoas, é algo cristão, para outros não. As nossas músicas com certeza têm elementos cristãos, mas todos nós acreditamos em algo diferente hoje. E isso não quer dizer que tem algum integrante que está sacrificando um bode debaixo de uma árvore. Eu sou cristão, mas não acho que a banda deve receber o rótulo de “banda cristã”. Acredito que precisa ser algo ambíguo o suficiente para que cada um possa encontrar algo interessante e se aprofundar nisso. E eu acho que essa é a beleza do que o Underoath é. Ela ganhou vida própria e tornou-se algo que nem nós mesmos conseguimos controlar ou até mesmo entender. Desejo que as pessoas tirem do Underoath algo positivo para suas vidas, seja intelectualmente ou espiritualmente, independentemente da crença que possuírem.



Esse show vai ser a única apresentação da banda? Com certeza vocês têm algo a mais planejado não é?

Chaberlain: Eu adoraria celebrar esse disco com os nossos fãs do mundo inteiro. As oportunidades que a gente teve aconteceram somente por causa deles. Então adoraria subir no palco para esses fãs e todos aqueles que não puderam comparecer na nossa turnê de despedida.



Vocês descartam a ideia de compor novas músicas juntos?

Chamberlain: Quero deixar as coisas da forma mais aberta possível. Não acho que a gente vai voltar a ser o tipo de banda que vive de música, mas não gosto da ideia de não estar aberto a nada mais. Por isso que fazer uma turnê de despedida foi tão difícil; a realidade é que a gente podia simplesmente ter entrado em um hiato por tempo indeterminado. E pensando hoje, o hiato acabou. A gente vai compor? Essa reposta só será dada quando reunirmos em um ambiente de ensaio. Vamos fazer outra turnê? Não sei. Todos precisam ajustar seus horários, mas quem sabe quando voltarmos para casa, a gente não decide incluir shows pela Europa e Austrália se tudo der certo. Acho que as bandas mais velhas chegam em um determinado momento que só conseguem fazer uma ou duas turnês por ano; isso quando não fazem apenas uma turnê a cada dois anos. Talvez esse será o futuro do Underoath. Eu simplesmente não sei. Como disse antes, estou aberto a essa possibilidade, mas preciso continuar trabalhando na minha vida e como será o futuro. Não posso ficar dependendo do meu passado para garantir o dia de amanhã. Preciso seguir focado nos próximos passos. Se isso for um novo álbum do Underoath, então colocarei todas as minhas energias nisso. Será que vamos compor outra música? Talvez. Nunca se sabe. Eu não passo tempo com o resto da banda há muito tempo, mas quem sabe a gente começa a ensaiar e de repente, “caramba, a gente acabou de escrever três músicas”. Eu não quero forçar nada.

Gillespie: Eu nunca descartaria isso, mas pessoalmente, não sei se isso é possível. Eu estou tão ocupado: tenho um estúdio, estou tocando com o Paramore, segiundo minha carreira solo e todos nós temos famílias, etc. A grande questão que precisa ser feita é: levando em consideração a vida de cada integrante, é viável essa possibilidade? Essa é a parte principal de tudo que está acontecendo.



Fontes original:  http://mpsirock.com.br/noticias/detalhe/underoath-confirma-o-hiato-acabou


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