quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Diferenças entre: Pelagianismo, Semipelagianismo e Arminianismo.



Diferenças entre: Pelagianismo, Semipelagianismo e Arminianismo.

Pelagianismo- seu fundador foi: Pelágio era um monge que viveu no fim do século 4 e início do século 5 D.C. Ele ensinava que os seres humanos nasciam inocentes, sem a mancha do pecado original e pecado herdado. Também acreditava que Deus criava diretamente toda alma humana e, portanto, toda alma era livre do pecado. Pelágio acreditava que o pecado de Adão não tinha afetado as gerações futuras da humanidade. Essa interpretação ficou conhecida como Pelagianismo. [1]

Semipelagianismo - seu fundador foi: João Cassiano, monge de Marselha na França, foi o principal teólogo da controvérsia semipelagiana. Ele nasceu por volta do ano de 360 e ingressou ainda jovem no mosteiro de Belém, na Palestina. Visitou mosteiros no Egito e em outros lugares do Império Romano, depois fundou seu próprio mosteiro em Marselha, no ano de 410. Sua fama na história da igreja é mais como fundador do monasticismo ocidental, do que como teólogo do semipelagianismo. No mosteiro de Marselha estudaram vários teólogos relativamente brilhantes e o local se transformou no principal foco de oposição à teoria monergística, defendida por Agostinho de Hipona. [2]

Em síntese:
Pelagianismo: qualquer sistema em que o ser humano seja capaz de alcançar a salvação inteiramente por si mesmo sem a assistência divina, além da graça comum (isto é, a graça necessária para que qualquer ser exista). Além do fato que o pelagianismo negou o pecado original. [3]

Semipelagianismo: qualquer sistema em que o processo de salvação seja iniciado pelo ser humano sem assistência da graça. [4]

Percebemos que ambos o pelagianismo e semi-pelagianismo coloca o homem como ponto inicial de sua salvação e negam a doutrina da depravação TOTAL. Algo que a teologia Arminiana não nega.
Mas existe alguns calvinistas e algumas páginas que afirma que o Arminianismo é a mesma coisa que o semi-pelagianismo, talvez eles nunca leram sobre o Arminianismo escrito por Arminianos.

Vejamos algumas frases de alguns teólogos arminianos:

Armínio disse:
Neste estado [caído], o livre-arbítrio do homem para o verdadeiro bem não está apenas ferido, enfermo, inclinado, e enfraquecido; mas ele está também preso, destruído, e perdido. E os seus poderes não só estão debilitados e inúteis a menos que seja assistido pela graça, mas não tem poder algum exceto quando é animado pela graça divina. [5]

Simon Episcopius, discipulo de Armínio disse:
Homem não tem fé salvadora em si mesmo; nem ele nasce de novo ou se converte pelo poder de seu próprio livre arbítrio: se achando no estado de pecado, ele não pode pensar, muito menos querer ou fazer qualquer bem que seja de fato salvificamente bom a partir de si mesmo: mas é necessário que ele seja regenerado e totalmente renovado por Deus em Cristo pela Palavra do Evangelho e pela virtude do Espírito Santo, em conjunto com o seguinte: no entendimento, afeições, vontade e todos os seus poderes e faculdades, para que ele possa ser capaz de compreender, meditar, querer e realizar essas coisas que são salvificamente boas.[6]

H. Orton Wiley falou em perfeita harmonia com Arminius, dizendo: “Depravação é total na medida em que afeta todo o ser do homem”. [7]
Por essa declarações, percebemos que o Semipelagianismo e Arminianismo não são as mesmas coisas.

Fontes:
[1]http://www.gotquestions.org/Portugues/pelagianismo.html
[2] https://pt.wikipedia.org/wiki/Semipelagianismo
[3] http://www.cacp.org.br/sinergismo-nao-e-semipelagianismo/
[4] http://www.cacp.org.br/sinergismo-nao-e-semipelagianismo/
[5] Jacobus Arminius, Works, trans. James Nichols(Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1956), 2:192.
[6] Simon Episcopius, Confessions of Faith of Those Called Arminians (London: Heart & Bible, 1684), 118.
[7] H. Orton Wiley, Christian Theology (Kansas City, MO: Beacon Hill, 1941), 2:98.

Para mais informações, leiam esses artigos:

http://www.arminianismo.com/index.php/o-que-e-o-arminianismo 
http://deusamouomundo.com/arminianismo/distinguindo-o-arminianismo-classico-do-semi-pelagianismo/ 

http://deusamouomundo.com/arminianismo/remonstrantes-contra-a-acusacao-de-semipelagianismo-pelagianismo/

0 comentários:

Postar um comentário

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Diferenças entre: Pelagianismo, Semipelagianismo e Arminianismo.



Diferenças entre: Pelagianismo, Semipelagianismo e Arminianismo.

Pelagianismo- seu fundador foi: Pelágio era um monge que viveu no fim do século 4 e início do século 5 D.C. Ele ensinava que os seres humanos nasciam inocentes, sem a mancha do pecado original e pecado herdado. Também acreditava que Deus criava diretamente toda alma humana e, portanto, toda alma era livre do pecado. Pelágio acreditava que o pecado de Adão não tinha afetado as gerações futuras da humanidade. Essa interpretação ficou conhecida como Pelagianismo. [1]

Semipelagianismo - seu fundador foi: João Cassiano, monge de Marselha na França, foi o principal teólogo da controvérsia semipelagiana. Ele nasceu por volta do ano de 360 e ingressou ainda jovem no mosteiro de Belém, na Palestina. Visitou mosteiros no Egito e em outros lugares do Império Romano, depois fundou seu próprio mosteiro em Marselha, no ano de 410. Sua fama na história da igreja é mais como fundador do monasticismo ocidental, do que como teólogo do semipelagianismo. No mosteiro de Marselha estudaram vários teólogos relativamente brilhantes e o local se transformou no principal foco de oposição à teoria monergística, defendida por Agostinho de Hipona. [2]

Em síntese:
Pelagianismo: qualquer sistema em que o ser humano seja capaz de alcançar a salvação inteiramente por si mesmo sem a assistência divina, além da graça comum (isto é, a graça necessária para que qualquer ser exista). Além do fato que o pelagianismo negou o pecado original. [3]

Semipelagianismo: qualquer sistema em que o processo de salvação seja iniciado pelo ser humano sem assistência da graça. [4]

Percebemos que ambos o pelagianismo e semi-pelagianismo coloca o homem como ponto inicial de sua salvação e negam a doutrina da depravação TOTAL. Algo que a teologia Arminiana não nega.
Mas existe alguns calvinistas e algumas páginas que afirma que o Arminianismo é a mesma coisa que o semi-pelagianismo, talvez eles nunca leram sobre o Arminianismo escrito por Arminianos.

Vejamos algumas frases de alguns teólogos arminianos:

Armínio disse:
Neste estado [caído], o livre-arbítrio do homem para o verdadeiro bem não está apenas ferido, enfermo, inclinado, e enfraquecido; mas ele está também preso, destruído, e perdido. E os seus poderes não só estão debilitados e inúteis a menos que seja assistido pela graça, mas não tem poder algum exceto quando é animado pela graça divina. [5]

Simon Episcopius, discipulo de Armínio disse:
Homem não tem fé salvadora em si mesmo; nem ele nasce de novo ou se converte pelo poder de seu próprio livre arbítrio: se achando no estado de pecado, ele não pode pensar, muito menos querer ou fazer qualquer bem que seja de fato salvificamente bom a partir de si mesmo: mas é necessário que ele seja regenerado e totalmente renovado por Deus em Cristo pela Palavra do Evangelho e pela virtude do Espírito Santo, em conjunto com o seguinte: no entendimento, afeições, vontade e todos os seus poderes e faculdades, para que ele possa ser capaz de compreender, meditar, querer e realizar essas coisas que são salvificamente boas.[6]

H. Orton Wiley falou em perfeita harmonia com Arminius, dizendo: “Depravação é total na medida em que afeta todo o ser do homem”. [7]
Por essa declarações, percebemos que o Semipelagianismo e Arminianismo não são as mesmas coisas.

Fontes:
[1]http://www.gotquestions.org/Portugues/pelagianismo.html
[2] https://pt.wikipedia.org/wiki/Semipelagianismo
[3] http://www.cacp.org.br/sinergismo-nao-e-semipelagianismo/
[4] http://www.cacp.org.br/sinergismo-nao-e-semipelagianismo/
[5] Jacobus Arminius, Works, trans. James Nichols(Grand Rapids, MI: Baker Book House, 1956), 2:192.
[6] Simon Episcopius, Confessions of Faith of Those Called Arminians (London: Heart & Bible, 1684), 118.
[7] H. Orton Wiley, Christian Theology (Kansas City, MO: Beacon Hill, 1941), 2:98.

Para mais informações, leiam esses artigos:

http://www.arminianismo.com/index.php/o-que-e-o-arminianismo 
http://deusamouomundo.com/arminianismo/distinguindo-o-arminianismo-classico-do-semi-pelagianismo/ 

http://deusamouomundo.com/arminianismo/remonstrantes-contra-a-acusacao-de-semipelagianismo-pelagianismo/

Nenhum comentário:

Postar um comentário

 
;